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Como foram as vendas na Black Friday 2020?

Depois de duas semanas, creio que você já tem uma dimensão de como foram as vendas na Black Friday do seu e-commerce, e, inclusive é bem provável que já esteja de olho nas vendas de Natal.

Proatividade assim é ótimo! Mas antes acho interessante saber como foram as vendas do mercado como um todo, os nichos que mais se destacaram e até fazer um comparativo com as expectativas que tínhamos.

Pra que? Pra ter um termômetro do caminho que as vendas online estão tomando e como o seu e-commerce pode ganhar com isso, para os próximos meses e para a edição do ano que vem, claro!

Agora gostou né? Então vem comigo que esse é o ponto que eu vou chegar nesse texto:

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O e-commerce superou as expectativas?

jovem empresário com feição de pensativo na frente de um quadro negro. Nele há desenhado um balão e dentro dele um saco de dinheiro.

Ainda é um pouco cedo para afirmar que com certeza as vendas na Black Friday deste ano foram as maiores de todos os tempos para o e-commerce que vão ficar para a história, como eu tenho visto muito por aí.

Realmente, os donos de e-commerces não têm o que reclamar das vendas na Black Friday: foram R$4,2 bilhões só entre os dias 26 e 27 de novembro, o que representa um aumento de 25,1% se comparado com 2019, segundo relatório da Ebit/Nielsen.

Acompanhando esse número, temos também um aumento de pedidos em 15,5%, somando mais de 6 milhões de compras fechadas com um ticket médio de R$652,00 – 8,3% a mais que no ano de 2019.

Vendo esse número por si só você fica bem animado, afinal é um ótimo valor. Mas ainda assim, está longe dos R$ 6,9 bilhões projetados pela Neotrust/Compre&Confie, junto à ABComm e Elo para o mesmo período.

Então o que aconteceu?

mulher de frente para um quadro negro cheio de interrogações desenhadas.

A verdade é que essas e todas as informações que temos até hoje são preliminares, e algumas delas até divergentes, o que pode fazer uma confusão na sua cabeça.

Mas ao que tudo indica, essa quebra de expectativa em relação às vendas na Black Friday se deu por um bom motivo:

Compras mais diluídas

Campanhas de “esquenta de Black Friday” sempre existiram, mas nesse ano posso dizer que ela pegou de vez.

Diferente das outras edições, quando os clientes ficavam o mês inteiro fazendo pesquisas de preço para fechar o pedido só na sexta-feira, neste ano as vendas de Black Friday não se restringiram só a um ou dois dias.

Para você ter uma noção, entre 19 e 27 do mês foram fechados R$6 bilhões em pedidos (30,1% a mais que 2019), segundo Ebit/Nielsen. Diminuindo os 4,2 bilhões de quinta e sexta-feira, temos que só nos dias anteriores foram vendidos R$1,8 bilhão.

Somando isso temos o 1,5 bilhão arrecadado no fim de semana pós-Black Friday e o fato que a Cyber Monday – que nada mais é que um desdobramento das vendas na Black Friday que vai até a segunda-feira para equipamentos eletrônicos – também caiu no gosto, faturando 702 milhões.

Já deu para fazer as contas, né? 4,2 bi + 1,8 bi + 1,5 bi + 702,7 mi = 8,202 bilhões em vendas, se levarmos em conta todo o período!

Apesar de terem “roubado” pedidos da quinta e sexta-feira, vendas de Black Friday são vendas, independente se elas foram feitas no dia ou antes, certo?

As lojas físicas derrubaram as vendas da Black Friday

imagem de um shopping center aberto, porém com poucas pessoas.

Se para o e-commerce, as vendas na Black Friday deram um salto gigantesco, o mesmo não posso dizer das lojas físicas: houve uma queda de 25,5%, comparado ao ano passado, de acordo com o Índice Cielo de Varejo Ampliado (ICVA).

Tudo bem que não estávamos esperando um novo recorde, mas com a reabertura do comércio eu pensei que não teríamos um resultado tão preocupante como esse, que fez o saldo geral das vendas na Black Friday caírem 8,6%, se juntarmos os dois pilares do varejo.

Então, o que podemos aprender?

Homem de negócios vestindo terno com sorriso no rosto. Ao fundo há um quadro negro e lâmpadas desenhadas.

Como já havia falado desde agosto no meu texto “E a Black Friday 2020? Como vai ser?”, quando as perspectivas ainda não eram tão claras, a Black Friday desse ano se confirmou como a mais digital de todas. Mas também nos deu informações importantes sobre como vai ser a edição do ano que vem e o que esperar de 2021 no e-commerce pós-pandemia.

A primeira delas é que as pessoas já aprenderam como comprar online, e provavelmente vai ser bem difícil de voltar atrás. Mesmo com ofertas nas lojas físicas, quem vai até um shopping, está com o celular na mão comparando preços. Pode observar.

A segunda é: nada de pensar nas vendas da Black Friday 2021 ou em qualquer campanha em cima da hora!

Isso vai ser até bom porque assim a sua receita do mês inteiro não fica comprometida em apenas dois dias, além de que assim todo o trabalho com equipe, sistema e atendimento fica mais diluído, dando um respiro melhor.

E a terceira e – sem falsa modéstia – mais importante é que o e-commerce é algo volátil. Só neste ano, viu quantas mudanças tivemos? Então, para estar pronto pro que vier, é importante contar com uma plataforma que tenha tudo com que você precisa hoje e vai precisar amanhã.

Por isso aqui no Amplia Vendas você tem diversas ferramentas para cada nível de complexidade do seu e-commerce. Acesse o nosso site e veja a melhor opção para o seu hoje.

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