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E-commerce pós pandemia: o que podemos esperar de 2021?

Sabemos que o mundo muda o tempo todo, mas esse ano foi um verdadeiro furacão. Depois de superar tantos desafios e nos adaptar ao novo normal, podemos pensar com calma e fazer um estudo mais preciso de como vai ser o e-commerce pós pandemia.

São previsões, então não posso garantir 100% que todas elas irão se concretizar. Mas tenho fortes indícios que sim, porque não são meros palpites. São todas fruto de muitos dados e estudos.

Então, se você quer estar preparado para o futuro ao invés de ser engolido por ele, acompanhe agora as minhas apostas para o e-commerce pós pandemia.

Previsões de faturamento

Desde março, todos os indícios apontam que os e-commerces vão sim continuar crescendo em 2021. Na verdade esse processo já vinha acontecendo ano a ano, mas não há como negar que as normas de restrição e o fechamento do comércio por conta da pandemia intensificaram ainda mais esse crescimento.

O número de adeptos das compras online aumentou de 47% só no primeiro semestre e agora totalizam 7,3 milhões novos clientes. E muitos deles vieram para ficar!

Mas precisamos ser realistas: muitos desses consumidores hoje compraram online por falta de opção e, mesmo com uma experiência positiva, é bem difícil que eles abandonem as lojas físicas totalmente e foquem apenas no e-commerce pós-pandemia.

O que eu aposto é em uma tendência mista de consumo entre os dois meios. Aquele que for mais viável (urgência em ter o produto, preço, provador, informações…) para cada compra será o escolhido.

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A questão é que agora, com os hábitos da pandemia, o e-commerce passou a ser tão conhecido quanto as lojas físicas. E isso sim é o que vai impulsionar seu crescimento.

Todo esse crescimento já torna possível prever bastante do que vai acontecer nos próximos anos. Não é que 2021 vai bater recordes de faturamento nunca vistos. Na verdade, especialistas apontam um crescimento modesto – em torno de 17% – mas garantido, para os próximos 4 anos.

Somando tudo, o aumento previsto deve ser R$ 69 bilhões a mais do que era esperado antes do coronavírus, como aponta a projeção feita pela Kearney.

O que por si só já é ótimo e está dentro da média do crescimento de e-commerces. E lembrando: é crescimento. Então, os resultados que temos hoje estão se expandindo. O volume que temos hoje no e-commerce vai só ficar maior.

Homem de negócios fazendo cálculos com o auxílio de uma calculadora. Com a outra mão está fazendo anotações.

Mas pra isso você deve estar preparado

Acredite, um crescimento de 17% ano a ano é algo bastante considerável. Mas para suportar uma marca como essa, o seu e-commerce precisa estar pronto para atender tamanha demanda.

É preciso tornar o e-commerce pós pandemia ainda mais escalável e eu sei:vender muito também não é fácil.

Vou deixar aqui alguns pontos de atenção para facilitar esse caminho para você:

Conexão com o cliente: um mercado tão aquecido traz também muitos concorrentes. Então, a melhor forma de fidelizar o público do seu e-commerce pós pandemia será se conectando com ele. Abuse de estratégias em mídias sociais, coloque seu negócio em primeiro lugar e extraia tudo o que você precisa saber sobre pós-venda.

Logística: essa é uma das partes que precisa ser feita em um conjunto de três pilares – exige que você pense como fazer controle de entregas com integração logística e os correios e transportadoras tenham uma ação mais eficiente. Além disso, é preciso até mesmo de uma participação do governo na infraestrutura portuária, simplificação de burocracias e qualidade das rodovias.

Altos índices de trocas: por mais que também faça parte da logística, as trocas e devoluções continuarão exigindo uma atenção especial no e-commerce pós pandemia. Hoje elas acontecem em cerca de 25% dos pedidos, levando junto parte do lucro e da rentabilidade do negócio. Vários fatores podem minimizar esse impacto, como fotos para loja virtual fiéis ao produto e saber como escrever uma descrição detalhada.

DicaAmplia: o primeiro passo para ter uma logística reversa eficiente do seu e-commerce pós pandemia é saber das suas obrigações, do que é bom e do que é desnecessário fazer. Para isso eu tenho um texto bem minucioso sobre o código de defesa do consumidor nesse aspecto.

As tendências para o e-commerce pós pandemia

Homem de negócios usando um óculos de realidade aumentada. Ele está em frente a uma tela de um computador mostrando gráficos de crescimento.

Pensar no futuro do e-commerce é tratar de inovações, mesmo que nesse caso estejamos falando de tendências para 2021, que já é daqui a um mês. Então pode ficar tranquilo que não vou sugerir nada como entregas via drone como as da Amazon.

Mas existem desafios e inovações que você precisa ficar de olho para a sobrevivência do seu e-commerce pós pandemia:

SEO mais competitivo

Eu já dei uma pincelada nesse assunto no tópico anterior, mas para deixar bem claro, a realidade hoje – e para o futuro pós pandemia – é que surgiram e ainda vão surgir muitos e-commerces no mercado.

A boa notícia é que o mercado online é tão grande que, desde que a operação seja bem organizada, você vai sim conseguir o seu lugar ao sol. A parte ruim é que esse lugar será ainda mais difícil de alcançar.

Esse é o maior problema em ter muitos concorrentes: se em janeiro a busca por “toalha de banho” ou qualquer outro item tinha 1000 resultados no Google, hoje esse número é bem maior. E, por consequência, estar nas primeiras páginas do Google será ainda mais complicado.

Felizmente eu tenho tudo sob controle e o seu e-commerce também terá. E para isso é só fazer um trabalho de SEO ainda mais pesado, focado principalmente na pesquisa de palavras-chave para e-commerce, ter um site responsivo, otimizado para abrir em qualquer tela e que não demore mais de 3 segundos para o carregamento completo.

Se você não tiver atenção a estas últimas partes, em especial, o seu cliente vai sair da página antes mesmo de ver o produto. Com isso, o Google te penaliza ainda mais, criando um ciclo vicioso que te atrapalha ainda mais.

Voice commerce

Essa aí é uma inovação que vem ganhando destaque há algum tempo. Foi uma aposta para 2020, mas que considero ser uma de forte tendência para o e-commerce pós-pandemia, ganhando o mercado mundial e, aos poucos, o brasileiro também.

Com certeza você já conhece ou até mesmo tem um assistente como a Alexa e Google Home. Eles ajudam no funcionamento da casa e organização de tarefas, já que o uso de aparelhos como esses cresceram 47% com a pandemia.

Acontece que esses sistemas também possibilitam a compra por voz. Nos EUA e Europa, por exemplo, já são vendidos U$2 bilhões por ano via voice commerce, mas pesquisas apontam que até 2022 a estimativa é que esse número chegue a U$40 bilhões.

Somando a popularização desses equipamentos ao histórico que temos de incorporar soluções utilizadas pelo estrangeiros, pode ter certeza que o e-commerce pós pandemia será cheio de vendas feitas por voice commerce.

Novos e variados métodos de pagamento

Lembra quando eu falei de que, com tantas opções, todas as ações do e-commerce pós pandemia devem ser voltadas à criação de relações duradouras com o cliente? Então, essa autonomia de escolha dele também reflete nos meios de pagamento.

A época de ter uma ou outra bandeira de cartão de crédito e mais o boleto bancário passou. Hoje há diversas opções de fazer o checkout e cada uma delas tem suas vantagens.

Por isso, clientes que utilizam o PicPay vão dar preferência a ele ao comprar de um e-commerce pós pandemia, assim como os que têm familiaridade com o PayPal ou ainda que pagam pelo Google Play ou App Store – sem falar das criptomoedas. Enfim, quanto mais opções você tiver, melhor será para o seu e-negócio.

Claro que não posso falar de método de pagamento e não citar o PIX, que promete substituir os boletos bancários e fazer transações bancárias instantâneas a qualquer dia e horário com taxas bem menores que as do TED, DOC e mesmo dos cartões de crédito.

DicaAmplia: Se você ainda não tiver o PIX no seu e-commerce pós pandemia com certeza estará perdendo vendas e gastando mais. Então leia logo o meu texto sobre como aceitar o PIX e entre para o futuro.

E como ficam os pequenos e-commerces pós pandemia?

Jovem olhando para a tela de notebook. À volta dele há caixas para envio e roupas para serem postadas aos clientes.

Como deu para perceber, manter um e-commerce pós pandemia não será a mais simples das tarefas e envolverá bastante trabalho e dedicação, principalmente para os pequenos negócios que ainda não possuem uma uma força de marca ou um capital acumulado para enfrentar algum baque.

Mas eu diria que isso será até mais complicado que hoje se levar em conta que, além de todos os concorrentes online, no ano que vem as lojas físicas prometem vir com toda força para recuperar o tempo perdido.

Então, com tantas inovações, desafios e oportunidades para gerenciar, manter o próprio e-commerce pós pandemia (e de forma totalmente autônoma) será um trabalho cada vez mais técnico e especializado – eu diria até que é impossível fazer bem feito sem nenhuma ajuda.

É exatamente por isso que as plataformas de e-commerce vão ser cada vez mais utilizadas e até necessárias para a simplificar o processo de ter um site, ajudando no gerenciamento e promovendo a saúde do negócio.

Aqui no Amplia Vendas, por exemplo, alguns trabalhos como a integração com meios de pagamento, com a transportadora, controle de mercadorias e até respostas para os clientes podem ser feitos de forma automática. Isso te deixa mais tranquilo para conseguir fazer tudo e crescer com o seu negócio. Perfeito, não é?

Então acesse o nosso site ampliavendas.com.br e conheça todas as soluções, planos e condições que temos para o seu pequeno e-commerce pós pandemia e também o agora!

Bem vindo ao futuro!

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